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terça-feira, 11 de outubro de 2011

DO FUNDO DO BAÚ




      Entre os leitores de BD Marvel/DC da minha geração, um dos títulos mais populares da Abril Jovem era, sem dúvida, o saudoso Superaventuras Marvel (SAM). Tratava-de de um mix publicado no Brasil e em Portugal durante 15 anos (1982-1997) e do qual foram lançados 176 números.
     Pelas suas páginas desfilaram miríades de aventuras inesquecíveis protagonizadas por diversos heróis, heroínas e grupos de super-heróis. Foi o caso dos X-Men cuja origem da sua nova formação nos foi dada a conhecer no nº16 de SAM (outubro de 1983).  Numa história de 36 páginas, escrita por Len Wein, desenhada por Dave Cockrum e publicada originalmente nos EUA em  Giant Size X-Men nº1 (1975), é-nos apresentada a segunda geração de X-Men, onde sobressaíam personagens emblemáticas como Wolverine ou Tempestade.
     Ressalve-se, porém, que a estreia dos novos X-Men ocorrera já dois números antes, em SAM 14, numa magistral aventura onde o grupo enfrentava Arcade, um dos seus tradicionais némesis.
     Recrutados nos quatro cantos do mundo, os novos X-Men reuniam um lote de mutantes dotados de fantásticas habilidades: Wolverine (Canadá), Tempestade (Egito), Colossus (URSS), Banshee (Irlanda), Pássaro Trovejante (um nativo americano), Solaris (Japão) e Noturno (Alemanha). Auxiliados por Ciclope (líder dos primeiros X-Men), rumaram à misteriosa ilha Krakoa a fim de resgatarem os seus antecessores, supostamente aprisionados por um poderoso mutante.
      A missão sofreu contudo um inesperado revés quando Krakoa revelou ser na verdade um ser vivo. Com a precisosa ajuda da equipa original (Garota Marvel, Anjo, Homem de Gelo, Polaris e Destrutor), entretanto libertada, os X-Men conseguiram neutralizar a ameaça da ilha viva.
     Começava assim a fase áurea dos mutantes mais famosos do mundo que atingiria o seu zénite com a saga da Fénix Negra.
     Nas restantes páginas de SAM 16, o Doutor Estranho enfrentava o impiedoso Adaga de Prata, numa história iniciada no número anterior, e Kull, o Conquistador vivia outra das suas vibrantes aventuras, desta feita combatendo um exército de homens-serpente que desejavam usurpar o seu reino.
     Embora, quando era ainda apenas um leitor ocasional de super-heróis houvesse comprado vários números de Superaventuras Marvel (incluindo o que é apresentado no presente artigo), só depois do cancelamento do título em 1997 é que o acrescentei à minha coleção. Um desafio com tanto de difícil como de aliciante. E que, no fim, deu os seus frutos: possuo hoje  175 dos 176 números  do lendário Superaventuras Marvel e estou em vias de completar mais essa coleção de que muito me orgulho. 
   

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