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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

DO FUNDO DO BAÚ

 
                        



       Nesta sensacional minissérie em duas edições, publicada no Brasil em 2010 pela Panini e recentemente adicionada ao meu acervo, testemunhamos o renascimento de uma lenda: nada mais nada menos do que o Tocha Humana original. Um dos mais ilustres representantes da Idade do Ouro dos comics regressa das brumas do passado para salvar o mundo de uma terrível ameaça, ao mesmo tempo que reaprende o que significa ser humano.

Título: Tocha Humana (minissérie mensal em duas edições)
Data: setembro e outubro de 2010
Licenciador: Marvel Comics
Editora: Panini Comics
Argumento: Alex Ross / Mike Carey
Arte: Patrick Berkenkotter e Alex Ross (capas)
Número de páginas: 100 por edição
Formato: 17 cm x 26 cm, colorida com lombada agrafada
Publicada originalmente em: The Torch nº1 a 8 (série lançada nos EUA entre setembro de 2009 e junho de 2010).
Sinopse: Ressuscitado pelo Cubo Cósmico, Centelha (ex-parceiro juvenil do primeiro Tocha Humana durante a II Guerra Mundial) sente-se deslocado numa época muito diferente da sua. Resolve por isso vingar-se do Pensador Louco, o responsável pela sua morte. Pelo meio, investiga o passado obscuro da sua mãe e descobre uma verdade perturbadora.
              O Pensador Louco, por seu lado, é contratado pela I.M.A. para recriar o androide que o mundo outrora conheceu como Tocha Humana. O objetivo é transformá-lo numa arma de destruição em massa ao serviço  da organização terrorista. O vilão, porém, tem os seus próprios planos e, depois de capturar o  Centelha, usa-o como cobaia numa experiência científica que tenta decifrar o enigma das células Horton (que permitiam ao Tocha original incendiar-se). De uma assentada, o Pensador recria o antigo herói e produz o Composto D, uma substância que transforma pessoas em zombies desprovidos de vontade.
             Agora uma máquina com ténues resquícios de humanidade e teleguiada pelo Pensador, o Tocha espalha o caos e a destruição. Ao mesmo tempo que Namor, o Príncipe Submarino (seu antigo aliado e inimigo) encabeça uma horda de zombies atlantes que rumam a Nova Iorque.
             Resgatado do domínio mental do Pensador Louco pelo seu antigo parceiro, o Tocha Humana, em conjunto com seu homónimo do Quarteto Fantástico, trava o ataque dos atlantes a Nova Iorque.
             Graças a uma enzima química que neutraliza o Composto D, os três heróis flamejantes salvam a cidade e milhares de vidas inocentes. É, porém, alto o preço a pagar pelo Tocha original, agora moribundo pela ação da enzima sobre as células Horton  presentes no seu organismo sintético. A sua única esperança é seguir uma pista com 70 anos que o conduz às profundezas da selva boliviana onde se esconde Nova Berlim. Povoada por nazis saudosistas e androides, a cidade subterrânea tem como campeão uma duplicata monstruosa do próprio Tocha. Levando o seu poder ao limite, o herói incandescente derrota o seu oponente e cura-se. Tem contudo um longo caminho de aprendizagem a percorrer. Mas contará com a ajuda do Centelha e do enigmático alienígena Visão.
            Não obstante alguns pormenores delirantes, a trama concebida por Alex Ross (mais conhecido pelo seu traço hiper-realista do que pelos seu atributos de argumentista), assegura uma leitura interessante. Onde não faltam atrativos como a recriação do duelo clássico entre o Tocha original e o Príncipe Submarino ou o encontro com o atual Tocha. 
           A arte de Patrick Berkenkotter, ainda que não deslumbre, também não compromete.

4 comentários:

  1. Gostei do post :).
    Agora vou ler a minissérie de duas edições :).

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  2. Já li a minissérie :). Gostei muito, explora o lado humano, quem leu percebe. Recomendo.

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  3. Ainda bem que a história foi do teu agrado, amor. É sempre um prazer partilhar contigo o prazer de uma boa leitura. A boa notícia é que tens outras 2699 edições à tua inteira disposição cá em casa. ;)

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