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terça-feira, 6 de março de 2012

HERÓS EM AÇÃO: WITCHBLADE


      Uma jovem detetive nova-iorquina torna-se a usuária de um poderoso artefacto místico. Conheçam a origem de Witchblade, a descendente das forças primordiais do Universo.

Nome original: Witchblade
Primeira aparição: Cyblade/Shi nº1 (1995)
Criadores: Marc Silvestri, David Wohl, Brian Haberlin, Christina Z e Michael Turner
Licenciador: Top Cow Productions (estúdio independente integrado na Image Comics)
Identidade civil: Sara Pezzini
Parentes conhecidos:Julie Pezzini (irmã) e Hope Pezzini (filha)
Base de operações: Nova Iorque
Poderes e habilidades: A manopla Witchblade permite à sua usuária formar vários tipos de armas (espadas, lanças, ganchos, etc.), assim como uma armadura integral. Também pode lançar rajadas energéticas com elevado poder destrutivo. O fator de cura da Witchblade consegue sarar ferimentos profundos e até reanimar mortos. É igualmente uma arma eficaz contra seres incorpóreos e extradimensionais, além de poder manipular os elementos. Por vezes a sua usuária atual revive experiências das suas antecessoras sob a forma de sonhos.
A Witchblade escolhe as suas hospedeiras.

Biografia: Incontáveis eras atrás, as duas forças primordiais do Universo (Caos e Ordem), embora tradicionalmente antagónicas, geraram em conjunto um novo ser que tararia o equilíbrio entre ambas. Assim nasceu Witchblade, uma entidade sobrenatural masculina e semi-orgânica.
                 A Witchblade chegou sob a forma de um meteorito à Terra e foi descoberta, muitos séculos atrás, por um mulher chamada Una que assim se tornou a sua primeira hospedeira. Dada a sua natureza masculina, a Witchblade prefere usuárias. Ao longo da História, foram muitas as mulheres que, pelos seus dons extraordinários, foram eleitas para se fundirem àquela que é uma das armas mais poderosas do Universo: Cleopatra,  Joana D'Arc, Marie Curie, entre muitas outras.
                 Uma das atuais hospedeiras da Witchblade é Sara Pezzini, uma jovem e atraente detetive do Departamento de Homicídios da Polícia de Nova Iorque. Durante uma investigação policial, Sara salvou a vida do seu parceiro ao dar o corpo às balas. Mortalmente ferida, é  salva pela Witchblade que, sensibilizada pelo ato de bravura da jovem, a elege para sua nova usuária.
Em 1995, Witchblade ganhou um título próprio.

                Desde esse dia, Sara viu coisas que nunca imaginou existirem e combateu criaturas de outras dimensões. Isto ao mesmo tempo que prossegue o seu trabalho como detetive.
                Embora desconheça a real extensão dos seus poderes, Sara não tardou, porém, a perceber que a Witchblade possui vontade própria. Iniciou-se assim um intenso combate pelo controlo das ações da entidade. Quando não se encontra totalmente ativa, a Witchblade assume a forma de uma bracelete que Sara pode usar sem chamar a atenção. A jovem procura aprender mais sobre a entidade com que se fundiu e acredita que, a despeito da constante luta para conter a sua natureza violenta, poderá usá-la para praticar o Bem.
                Sem ter mantido qualquer contacto sexual ao longo de um ano, Sara descobre que está grávida.  Não se sentindo preparada para ser mãe, a  jovem acabou por decidir, ainda assim, ter a criança. Achou, todavia, sensato desembaraçar-se da Witchblade. Danielle Baptiste, uma jovem mulher com quem Sara travara recentemente amizade, foi a nova usuária escolhida pela luva mística.
               É entretanto revelada a verdadeira identidade do pai do bebé que Sara carrega no ventre: trata-se de The Darkness, a contraparte feminina da Witchblade cujo usuário é Jake Estacado. A criança estará destinada a ser o fiel da balança na guerra entre o Caos e a Ordem.
               Pouco depois, Sara deu à luz uma menina mas morreu após o parto. Para devolver a vida à amiga, Danielle divide com ela o poder da Witchblade. Sucede que esta situação desagrada à entidade, pelo que é inevitável o conflito entre ambas as hospedeiras.
               Dominada pelo lado negro da Witchblade, Sara torna-se gradualmente mais irracional e violenta. Uma feroz batalha com Danielle termina com Sara a retomar o controlo total da entidade. Corrompida pela poder das trevas, Sara é salva pela amiga que fora entretanto escolhida para ser a nova hospedeira de Angelus (a entidade que representa a Luz e a Ordem).
               Na sequência do lançamento, em 2000, de um telefilme da Witchblade, a estação televisiva norte-americana TNT estreou no ano seguinte uma série homónima com Yancy Butler no principal papel. Apesar das críticas e audiências favoráveis, a série foi cancelada em setembro de 2002, ao cabo de 24 episódios divididos em duas temporadas. Especulou-se que, por detrás deste repentino cancelamento, esteve o suposto alcoolismo de Yancy Butler.
Yancy Butler como Sara Pezzini/Witchblade na série televisiva de 2001/02.

3 comentários:

  1. Por aqui apenas saiu a origem em 2 tpbs da Devir e numa mini da Globo.

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  2. É, com efeito, escasso o material da Witchblade editado em língua portuguesa. No meu acervo conto apenas com a minissérie em oito edições publicada pela Globo. E também tive oportunidade de ver o telefilme da heroína que menciono no meu texto. Sobre ele escreverei na rubrica "BD CINE Apresenta".

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