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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

GALERIA DE VILÕES: PINGUIM


  Antagonista clássico do Homem-Morcego, mantém com ele uma relação singular devido à sua poderosa influência no submundo de Gotham. Mais do que a sua figura esdrúxula, é a racionalidade das suas ações que faz dele uma ave rara entre a exótica fauna criminosa que aterroriza a cidade.

Denominação original: The Penguin 
Licenciadora: Detective Comics (DC)
Criadores: Bill Finger (história) e Bob Kane (arte conceptual)
Estreia: Detective Comics nº58 (dezembro de 1941)
Identidade civil: Oswald Chesterfield Cobblepot 
Local de nascimento: Gotham City
Parentes conhecidos: Sir Nigel Cobblepot (antepassado, falecido); Theodore Cobblepot (bisavô, falecido); Tucker e Miranda Cobblepot (pais, falecidos); Jason, William e Robert Cobblepot (irmãos, falecidos) e Ethan Cobblepot (filho)
Ocupação: Empresário e barão do crime 
Base operacional: Atuando tradicionalmente a partir de um sem-número de covis disseminados por Gotham City, o Pinguim tem hoje no Casino Icebergue (do qual é proprietário e que serve de fachada às suas atividade ilícitas) o seu glamoroso quartel-general.
Afiliações: Crime organizado de Gotham City, Liga da Injustiça, Esquadrão Suicida, Sociedade Secreta de Supervilões. Além das organizações citadas, manteve também uma duradoura parceria com o Joker, iniciada no final da Idade do Ouro e que se prolongou por praticamente toda a Idade da Prata (ver  Duo Terrífico)
Armas, poderes e habilidades: Inquestionavelmente um dos mais inteligentes adversários do Batman, o Pinguim é um génio criminal com poderosas conexões no submundo de Gotham, que nele tem um dos seus mais proeminentes e temidos membros. É, aliás, essa sua influência nesses meandros obscuros que está na base da relação especial que mantém com o Homem-Morcego. A troco de informações acerca dos delinquentes que parasitam a cidade, o herói tolera as negociatas do seu velho inimigo, mesmo quando estas se revestem de dúbia legalidade.
Sob o disfarce de um próspero e respeitável homem de negócios, o Pinguim movimenta-se também com grande à-vontade entre a elite gothamita, a quem não perde oportunidade de impressionar com o seu faustoso estilo de vida.
Em virtude da sua baixa estatura e da sua aparência caricatural, o Pinguim tende a ser subestimado pelos seus oponentes. Que ignoram, todavia, ser ele um exímio combatente corpo a corpo, dada a sua proficiência em diversas artes marciais e técnicas de autodefesa. Ainda assim, o Cavalheiro do Crime prefere quase sempre delegar o trabalho sujo nos seus asseclas.
Possuindo uma ligação quase sobrenatural com os pássaros - em especial com aquele que lhe dá nome - o Pinguim consegue adestrá-los com invulgar facilidade, usando-os também frequentemente como instrumentos para os seus crimes. Extorsão, fraude, roubo, chantagem e, claro, homicídios são as suas principais especialidades.

O Morcego e o Pinguim.
Quem será, afinal, a presa?
Se há muito o Pinguim reformou a sua extravagante frota de veículos de inspiração aviária, o mesmo não se poderá dizer da sua impressionante coleção de guarda-chuvas. Fazendo jus ao epíteto de Homem dos Mil Guarda-chuvas, Oswald Cobblepot tem neste acessório a principal arma do seu arsenal, sendo um indefetível dos guarda-chuvas búlgaros.
Muito apreciados pelos Serviços Secretos da Bulgária para eliminar dissidentes durante a Guerra Fria, tratam-se de guarda-chuvas modificados com um mecanismo pneumático embutido que injeta minúsculos projéteis contendo rícino ou outros venenos.
Mais versáteis, os modelos usados pelo Pinguim podem conter metralhadoras, lâminas afiadas, lança-chamas e até lasers, proporcionando-lhe desse modo um impressionante poder de fogo. Por vezes são também convertíveis em mini-helicópteros, sendo os seus toldos quase sempre à prova de bala. Sobretudo nas histórias da Idade da Prata, era comum os guarda-chuvas do Pinguim possuírem padrões coloridos que ele usava para hipnotizar os seus adversários, o que motivou inclusivamente algumas paródias de cariz político (ver Trivialidades).
Mesmo não se tratando de uma habilidade meta-humana, a elevada tolerância do Pinguim às temperaturas negativas concede-lhe ocasionalmente uma vantagem estratégica sobre os seus oponentes em ambientes gelados.
Recursos a justificar plenamente o meritório 51º lugar que ocupa na lista dos cem melhores vilões da banda desenhada, organizada pelo site IGN. Paradoxalmente, aos olhos de muitos fãs do Batman o Pinguim afigura-se também como um dos seus inimigos menos convincentes.

Conceção e caracterização 

Conceito desenvolvido por Bill Finger e Bob Kane (criadores do Batman), o Pinguim fez a sua primeira aparição em dezembro de 1941, na histórica edição Detective Comics nº58.
Segundo Kane, o visual da personagem foi inspirado naquela que era, à época, a mascote da marca de cigarros Kool - um pinguim de bengala e cartola. Finger. por seu turno, considerava a imagem dos cavalheiros da alta sociedade aprumados nos seus elegantes fraques como reminiscências dos pinguins-imperadores, os espécimes de maior porte entre a  família dos pinguins.

Datada de dezembro de 1941,  Detective Comics nº58 marcou a estreia do Pinguim.
Em baixo, a mascote dos cigarros Kool que inspirou a sua criação.

Embora goste de autointitular-se um "cavalheiro do crime", o Pinguim não tem pruridos em empregar métodos violentos - não raro, com requintes de crueldade - para se afirmar tanto no mundo dos negócios como no submundo do crime organizado. Característica que vem, aliás, sendo acentuada nas suas versões mais recentes - em especial naquela que foi apresentada em Os Novos 52 -, e que em grande medida contribuiu para consolidar a sua reputação como um dos mais implacáveis gângsteres gothamitas.
A fazer lembrar o da ave que o alcunhou, o andar bamboleante do Pinguim deve-se à sua obesidade e à sua baixa estatura. Apesar de ter no seu nariz adunco - parecido com o bico de uma ave - outra das suas imagens de marca, é no entanto na sua (relativa) sanidade mental que Oswald Cobblepot tem a sua maior peculiaridade. Isto porque a racionalidade das suas ações o faz destoar na galeria de vilões do Homem-Morcego, essa verdadeira montra de maníacos.
A par da sua obsessão avícola (que, no passado, o levava frequentemente a roubar itens valiosos relacionados com aves), é na ambição desmedida que o Pinguim tem outro dos seus mais distintos traços de personalidade. Por mais fortuna que acumule, inveja sempre os outros magnatas que considera serem mais ricos do que ele. Essa ambição desenfreada estendeu-se também à política. Por diversas vezes Oswald Cobblepot concorreu a cargos públicos, chegando mesmo a fazer-se eleger mayor de Gotham City - proeza, de resto, recentemente reeditada na série Gotham (ver Noutros media).

Origem 

Nascido no seio de uma família aristocrática com raízes britânicas, em criança Oswald Cobblepot foi vítima de bullying por parte dos seus colegas de escola por causa da sua figura atarracada e desengonçada.
São muitas as histórias que relatam também como a sua superprotetora mãe o obrigava a andar sempre munido de um guarda-chuva - mesmo em dias ensolarados - após uma pneumonia lhe ter matado o marido.
À medida que crescia isolado na mansão da sua família, o pequeno Oswald tinha nos pássaros de estimação da sua progenitora os seus únicos amigos. Circunstância que despertou a sua paixão por aves e que, anos mais tarde, o levaria a estudar ornitologia na universidade.

Pássaros e guarda-chuvas são
 as duas grandes obsessões do Pinguim.
Em algumas versões da sua história, Oswald envereda por uma vida à margem da Lei após a morte da sua mãe e da consequente penhora das suas aves para liquidar as muitas dívidas que ela contraíra em vida. Noutras, ele é retratado como um aleijão que, devido às suas deformidades físicas, se vê rejeitado pela própria família. Estando essa rejeição familiar na origem do criminoso de sangue frio em que viria a transformar-se.
Apesar destas leves discrepâncias em torno do seu passado, o Pinguim, fiel às suas raízes aristocráticas, cultivou sempre uma imagem de classe e requinte. Daí a sua preferência por um guarda-roupa formal em que, além do fraque, a cartola, a bengala e o monóculo são acessórios indispensáveis.

Evolução

Identificado apenas pelo seu pseudónimo criminal, o Pinguim começou por ser apresentado na Idade do Ouro como um astuto ladrão de obras de arte. Logo na sua primeira aparição em Gotham City, conseguiu, para assombro geral, roubar uma pintura valiosa de um museu. Proeza que lhe valeria a admissão na máfia local, organização que pouco tempo depois passaria a chefiar e cujos recursos usou para executar uma série de engenhosas golpadas antes de ser detido pelo Duo Dinâmico.
Depressa transformado num dos antagonistas mais recorrentes do Cruzado Encapuzado e do Menino-Prodígio, o Pinguim ora agia por conta própria ora associado a outros vilões, como o Joker.
Entre 1956 e 1963, o Pinguim esteve inexplicavelmente ausente das histórias do Duo Dinâmico. Assim sentenciado ao ostracismo durante quase toda a Idade da Prata, o vilão recuperou parte da sua popularidade junto dos leitores graças à sua contraparte televisiva interpretada por Burgess Meredith (ver Noutros media). Não obstante, seria a intermitência a caracterizar as suas participações no Universo DC até meados dos anos 1980.

Visual clássico do Pinguim
durante as Idades da Prata e do Bronze.
Situação que persistiu mesmo no período pós-Crise. Com efeito, até ser definitivamente regatado do oblívio pelo escritor Alan Grant (que já antes revisitara a sua origem) e pelo artista Norm Breyfogle, o Pinguim havia sido relegado a aparições esporádicas, quase sempre nas histórias do Batman. Pelas mãos da citada dupla criativa, o Cavalheiro do Crime regressaria, porém, mais ambicioso e mortífero do que nunca. Sem olhar a meios, rapidamente impôs o seu ascendente sobre o submundo de Gotham. Altura em que refinou também o seu modus operandi ao assumir-se como um respeitável homem de negócios, que tinha como joia da coroa o seu Casino Icebergue.
Um dos pontos altos da carreira do Pinguim durante esse período - demonstrativo do seu elevado quociente de inteligência.- aconteceu quando, durante a ausência de Bruce Wayne após os eventos de A Queda do Morcego, foi um dos poucos a deduzir que era outro homem a portar o manto do Cavaleiro das Trevas.
O vilão voltaria a estar em evidência em Terra de Ninguém (saga já aqui esmiuçada) ao contrabandear bens de primeira necessidade em falta numa Gotham City isolada do mundo depois de ter sido devastada por um terramoto de proporções bíblicas. Em adição a isso, ajudou Lex Luthor a apropriar-se dos registos de propriedade de muitos terrenos e imóveis cujos legítimos proprietários haviam perecido durante a catástrofe.
Entronizado Rei de Gotham em Os Novos 52, o Pinguim teve, contudo, de lidar  com a traição do seu antigo braço-direito, Ignatius Ogilvy (vulgo Pinguim-Imperador), que lhe usurpou temporariamente o trono.
Durante a saga Vilania Eterna, foi um dos malfeitores recrutados pelo Sindicato do Crime. Com boa parte dos heróis derrotados ou desaparecidos, Oswald Cobblepot teve finalmente oportunidade de realizar o seu velho sonho de ser mayor de Gotham City.
Já em Renascimento - a mais recente reestruturação cronológica da DC - o Pinguim, agora mancomunado com o Máscara Negra e o Grande Tubarão Branco, tem vindo a afirmar-se como um dos mais poderosos chefes do crime organizado de Gotham City. Certas coisas porém nunca mudam e, por isso, o Batman continua a ser a sua pedra no sapato.

A noite de Gotham é disputada
 por um rato alado e um pássaro desasado. 
Duo Terrífico 

Por oposição ao Duo Dinâmico, o Joker e o Pinguim  formaram, durante um significativo período de tempo, uma espécie de Duo Terrífico. A primeira vez que aqueles que são, indubitavelmente, os dois inimigos mais famosos do Homem-Morcego uniram forças para tentar levar a melhor sobre os heróis, aconteceu ainda nos alvores da Idade do Ouro. Mais precisamente, em outubro de 1944, numa história inclusa em Batman nº25.

Dou Dinâmico versus Duo Terrífico.
Essa aliança funesta seria reeditada vezes sem conta ao longo das décadas subsequentes, tendo sido transposta também ao pequeno ecrã. Na série televisiva do Batman exibida entre 1966 e 1968, era frequente o Pinguim e o Joker (interpretados por Burgess Meredith e César Romero, respetivamente) agirem em conjunto para porem Gotham City em polvorosa. 
Na BD como na TV, a relação entre ambos exorbitava, no entanto, a esfera criminal. Com os dois a demonstrarem, em diversas ocasiões, a sua afeição mútua. Numa antiga história do Batman, por exemplo, o Palhaço do Crime chegou mesmo a chorar a aparente morte do Pinguim. 

Trivialidades:

*A verdadeira identidade do Pinguim - que se tornaria canónica - foi revelada pela primeira vez numa tira de jornal publicada em 1946, cinco anos após a sua estreia nos quadradinhos. A tira em questão revelava ainda a existência de uma tia de Oswald Cobblepot chamada Miranda Cobblepot. Nome que, na continuidade pós-Crise da DC, seria atribuído à mãe do vilão;
*Oswald Cobblepot assassinou os seus três irmãos depois destes o terem atacado e aos seus pássaros de estimação. Crimes dos quais escapou impune uma vez que que foram cometidos sob a aparência de trágicos acidentes: Jason foi envenenado, William atropelado e Robert afogado;
*Em Super Friends (título epónimo da série animada exibida nos EUA a partir de 1973), o Pinguim liderava os Super Foes (Super-Inimigos, em tradução literal), equipa de vilões análoga à Legião do Mal (Legion of Doom) que, na TV, antagonizava os Superamigos. Recrutou também um comparsa juvenil, conhecido apenas como Chick, que trabalhou durante algum tempo como agente infiltrado no Hall da Justiça, o icónico edifício que, na série em causa, servia de quartel-general aos heróis;

Comandados pelo Pinguim, os Super-Inimigos
 eram presença assídua em Super Friends.
*O Cavalheiro do Crime, o Rei de Gotham, o Pássaro Negro do Banditismo e o Homem dos Mil Guarda-chuvas são alguns dos pomposos cognomes do Pinguim, também conhecido entre os seus rivais pela alcunha menos simpática de Hálito de Sardinha;
*À grotesca versão do Pinguim apresentada em Batman Returns (1992) foi acrescentada sindactilia  nos dedos das mãos ao seu catálogo de deformidades físicas. Trata-se de uma anomalia genética caracterizada pela existência de uma espécie de membrana interdigital que, quando afeta apenas os tecidos moles, pode ser cirurgicamente corrigida. Esta alteração anatómica da personagem seria reproduzida na primeira temporada de Batman: The Animated Series, lançada pouco tempo após a estreia do filme dirigido por Tim Burton. A dada altura, todos os protagonistas da série tiveram contudo os seus visuais reformulados e, sem qualquer explicação, o Pinguim recuperou a sua aparência clássica;
*Em maio de 2006, a DCI Group, uma empresa de Relações Públicas associada ao Partido Republicano, realizou um vídeo no YouTube a satirizar Uma Verdade Inconveniente, o polémico documentário do ex-Vice-Presidente dos EUA, Al Gore, lançado pouco tempo antes. Numa notória referência àquele que era um dos habituais expedientes do Pinguim durante a Idade da Prata, o vídeo em causa mostrava um pinguim a usar um guarda-chuva para hipnotizar os seus companheiros, induzindo-os dessa forma a acreditar no aquecimento global e nas alterações climáticas.

Noutros media

Em exibição na Fox desde 2014, Gotham tem num jovem Pinguim em início de carreira um dos seus protagonistas. A série vem acompanhando a sangrenta ascensão do vilão (interpretado por Robin Lord Taylor) na hierarquia do submundo gothamita. Graças à sua astúcia e ausência de escrúpulos, em pouco tempo Oswald Cobblepot passou de simples subordinado a um dos mais poderosos chefes do crime organizado de Gotham City. Estatuto que lhe permite reproduzir com o Tenente James Gordon, do Departamento de Polícia, a mesma relação que, na banda desenhada, mantém com o Batman. Ou seja, Gordon recorre frequentemente ao Pinguim para obter informações sobre as atividades clandestinas em curso na cidade e, em troca, faz vista grossa às obscuras negociatas de Cobblepot.
Foi, porém, em 1966 que o Pinguim saltou pela primeira vez dos quadradinhos para o pequeno ecrã, ganhando dessa forma notoriedade junto do grande público, depois de uma prolongada ausência das histórias do Homem-Morcego. Coube a Burgess Meredith (ator que, uma década depois, daria vida ao austero treinador de Rocky Balboa) emprestar classe e carisma a uma personagem cujo visual havia sido decalcado da BD. Notável, a interpretação de Meredith teve na sua gargalhada a imitar o grasnado de um pinguim o seu elemento mais memorável. O que poucos saberão é que o som da sua risada era, na verdade, resultante da irritação dos pulmões do ator (que era não fumador) causada pelos cigarros que era obrigado a manter acesos em todas as cenas em que participava.
Muito diferente desta versão janota e histriónica do Pinguim foi aquela que foi apresentada em 1992, no filme Batman Returns. Agora interpretado por Danny DeVito, o vilão teve a sua origem e aparência radicalmente modificadas, surgindo como um aleijão rejeitado pelos seus aristocráticos progenitores, e cujo corpo era tão deformado como a sua alma.



De cima para baixo:
 Burgess Meredith, Danny DeVito e Robin Lord Taylor,
  os 3 atores que representaram o Pinguim em outras tantas épocas.
Além destas encarnações televisivas e cinematográficas, há muito que o Pinguim é também um habitué nas animações da DC, designadamente naquelas que têm o Batman como astro principal. Nesse campo, a estreia do Cavalheiro do Crime remonta a 1968 através da sua participação em The Adventures of Batman, série produzida pela Filmation e que, ainda hoje, é cultuada pelos fãs do Cavaleiro das Trevas.
O Pinguim surge também como personagem jogável em diversos jogos de vídeo baseados no Universo DC. Em 1988, por exemplo, teve honras de capa em Batman: The Caped Crusader, jogo de computador desenvolvido pela Special FX Software que teve na qualidade dos seus gráficos o seu ponto forte.
Confirmada a existência do Pinguim no atual Universo Estendido da DC, depois de ter sido subtilmente referenciado num diálogo mantido entre Bruce Wayne e Alfred Pennyworth em Justice League, é possível que o vilão venha a marcar presença num dos próximos filmes da franquia.

As atuais gerações nunca compreenderão
 o charme deste tipo de jogos.





1 comentário:

  1. Via de regra, texto ótimo, impecável, que cobriu dos quadrinhos aos games. Surpreendeu-me este último item!

    Grande abraço!

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